sábado, 7 de junho de 2014

Rabiscos: A felicidade de uma tarde só

Sexta dia 13 pra muitos um dia de azar, mas para mim sempre um dia de sorte. Geralmente nesse dia acontece uma coisa muito boa comigo, nessa vez não foi diferente. Levantei me arrumei fui pra escola, estudei, voltei pra casa de busão (pra variar lotado) e deitei na cama, até ai normal. 15h eu já não tinha o que fazer, tava meio nublado mais não tão frio, estava como numa típica tarde de outono, decidi sair de casa, passear pelo meu bairro, ver uns amigos, e foi ai que meu dia começou a ficar melhor do que já tava. Fui para a casa do meu primo meu amigo vizinho dele estava lá – Encontrar ele não era mais uma opção, muito menos surpresa. Acho que fui para La com essa intenção mesmo, afinal não se é todo dia que você tem a oportunidade de encontrar o garoto que te prendeu em um mundo enigmático por sei lá cinco anos (sim eu gosto dele a mais de cinco anos)- jogamos vídeo game. Jogamos futebol, até que meu primo teve que sair e eu não queria ir pra casa. Ele me chamou para ir à casa dele, eu fui. Ficamos umas 2h conversando no quintal da casa dele, quando de repente me vi pressa aos olhos castanhos dele, me senti uma boba perto dele, eu já não conseguia pensar em nada a não ser nele ai só pra mim. Só fui acordar do sonho quando a mãe dele o chamou, mas não demorou muito e ele estava de volta. Não me lembro em que assunto estava que acabamos falando do passado, lembrando das nossas estripulias do colégio, tempos bons que não voltam em uma dessas conversas ele me chamo de falsa e eu fingi ir embora, foi quando ele me pego pelo braço e me deu um abraço logo depois estávamos nos beijando.
O mundo parecia ter parado. No momento eu só via ele na minha frente, sentia o coração dele batendo junto ao meu. E por alguns minutos me senti amada, senti que alguém realmente gostava de mim.





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